terça-feira, 9 de março de 2010

Fitness - 1

Comecei. Assim que eu recobrar o fôlego, volto com mais detalhes.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Cor de rosa

Eu e as meninas acabamos de ganhar. Marido lembrou do Dia das Mulheres! Que fofo ! Para não estragar o clima, em um próximo post eu falo sobre as calorias …

Dia_das_Mulheres2

quinta-feira, 4 de março de 2010

Da série: Adoro!

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Fumacinha

Passei os últimos dias sem carro. Meio sem carro. Uns dias andando de táxi, outros a pé e, por último, com o carro do marido. Na sexta-feira retrasada, o escapamento do meu carro soltou uma fumacinha, quando eu estava saindo da garagem do meu prédio. Anotei, mentalmente, para não esquecer de comentar o episódio com marido. Esqueci. No sábado à noite, saímos com o meu carro e eu afumaca_escapechei ter vislumbrado, novamente, a fumacinha. Contei para o marido, que me perguntou, de pronto, quando havia sido a última vez que eu havia trocado o óleo do carro. Pesquisei, mentalmente, minhas memórias a respeito disso. “Zero occurrences found”. Não tinha a mínima ideia. Procuramos aquele papelzinho que o moço do posto coloca (ou deveria) no console do carro. Nenhum sinal. Mini sermão sobre a importância de se verificar o óleo e chegamos ao nosso destino.
Domingo de manhã, marido pega o meu carro e sai com as meninas. Cinco minutos depois, toca o telefone:
-‘Kátia, estou no posto. O óleo do seu carro está sólido, completamente petrificado. Não é possível trocá-lo. Vão colocar um liquido para tentar diluir essa coisa e, só depois, tentar trocar o óleo. Torça para que não tenha fundido o motor!’, marido, com voz recriminadora


-‘Tá! Você quer que eu vá buscá-los ?’, eu, com voz apaziguadora


-‘Não. Enquanto eles fazem isso, eu vou a pé com as meninas até o mercado…’
-‘OK’.


Comecei a rodar um algoritmo mais avançado de buscas no meu cérebro a procura de um indício de que eu pudesse ter trocado o óleo do carro ou, ao menos, verificado. E lembrei que em dezembro o moço do posto disse que o óleo estava OK. Enfiou aquela varetinha, viu a cor ou o nível ou o que quer que eles vejam naquela coisa e liberou o meu carro. Bom, fiquei me sentindo um pouco menos culpada. Marido voltou com o carro. Óleo trocado, problema resolvido. No final do dia, fui buscar as meninas em uma festinha. Na volta, já pertinho de casa, o carro começou a soltar uma fumacinha que se transformou em um fumação. Parecia que o carro ia explodir. À medida que a fumaça aumenta, os outros carros iam se afastando mais e mais do meu. Instinto de sobrevivência. Parei no posto, liguei para o marido que me mandou levar o carro para casa. No dia seguinte, segunda-feira, meu carro foi guinchado. Na oficina, trocaram as velas e sei lá mais o que. Marido retornou à noite com o carro. Achei que não tinha sido dessa vez que conseguira fundir o motor do carro. Well, dia seguinte: fumaça total. Enquanto eu tentava, em vão, ignorar os sinais que os motoristas aflitos dos outros carros me faziam, fui parada duas vezes durante o percurso. Na primeira, o taxista me disse que eu estava poluindo o meio ambiente e que se os caras da CET me vissem, iriam apreender o meu carro. Com razão, ele salientou. Depois, um outro cara parou do meu lado e mandou eu trocar o óleo do carro. Eu respondi que havia feito isso na véspera. Ele olhou na minha cara e disse algo do tipo: ‘ Não mente. É fácil. Vai no posto e troca o óleo. Simples’. Consegui chegar em casa e guardei o carro na garagem. À noite, avisei para o marido que eu não iria mais sair com o meu carro. Contei todo o meu drama, com mini-lágrimas nos olhos. Marido me tranquilizou e disse que deveria ser um resto do óleo velho que estava queimando. Mantive a minha posição de rejeitar meu próprio carro. Marido, conformado, trocou de carro comigo. Só para resumir: o carro está ótimo, sem fumacinhas e sem motor fundido. Já que meu marido não pediu o divórcio, por justa causa, resolvi devolver o seu carro e aceitar o meu de volta. Já anotei, mentalmente, que devo verificar o óleo toda vez que for colocar gasolina. Mas, tenho que admitir que, talvez, just in case, seja melhor usar um post-it…

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sabrina e Camila – 11 anos

As fotos (para ver o álbum completo, clique sobre as fotos)

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segunda-feira, 1 de março de 2010

Torção

Hoje, de manhã, ela reclamou de dor ao pisar no chão. Eu disse que não era nada, mas, ao deixá-las na escola, mudei de ideia.

Só a Camila ficou. Eu e a Sabrina fomos para o pronto-socorro. A radiografia não mostrou nenhuma fratura. Foi  só uma torção mesmo. Saiu de lá com uma botinha que dá para tirar e recolocar. Uma imobilização light.

Rotina

 

 

 

 

 

 

Desde que começaram as aulas das meninas, nossa rotina mudou drasticamente. Este ano, estão estudando de manhã. Então, eu tenho acordado às 5:50h da madrugada para dar conta da preparação, principalmente, do café da manhã e das duas lancheiras. E, na realidade, o problema não é acordar cedo, mas acordar cedo e dormir tarde. Minhas olheiras também reclamam e se fazem notar mais ainda. De tal modo que, quando ainda estava no horário de verão, ou seja, ainda meio escuro, já entrava no elevador de óculos escuros, no intuito de evitar que os vizinhos perguntassem para o zelador se nós, por acaso, teríamos nos mudado do prédio, já que se encontraram com uma velhinha enrugada saindo do nosso apartamente. Tudo pelo social.

Agora, nós quatro temos tomado café da manhã juntos, o que tem sido bem legal e, às vezes, é o marido quem as deixa na escola (há sempre o perigo do itinerário, mas elas têm estado alertas…). Muuuito legal. Para facilitar a vida, comecei a deixar a mesa do café posta já à noite (vô Elias modo on).  No entanto, ver a mesa de café da manhã já preparada à noite, de véspera, meio que começou a me incomodar. Mini depressão. Daí, decidi dar um basta nisso e partir para o tudo ou nada pela manhã mesmo. Pão de queijo (congelado) feito na hora, pão quentinho, suco natural de caixinha, etc., não esquecendo de, ao final, me sentar à mesa com o sorriso de propaganda de margarina estampada no rosto. OK. Nas propagandas, o sorriso nunca vem acompanhado de olheiras. Mas, entre publicidade e a vida real, existem algumas grandes diferenças, não ? Olheiras, no meu caso, são apenas uma delas … 

E, sempre deixo o mais difícil por último: preparação da lancheira. Todos os dias. Logo cedo. Muita coisa para meu cérebro sonolento processar. Quem passa por isso, sabe do que estou falando. Você não pode, simplesmente, jogar um saquinho de batatas chips, mais um pacote de bolacha recheada e um refrigerante caçulinha. Proibido! Periga o conselho tutelar tirar a guarda do seu filho. Não!

  Há de se preocupar com todo os nutrientes do lanche. Diários e semanais. É quase uma faculdade de nutrição. Sem contar que depois de toda a ginástica para se lembrar o que você colocou na véspera, elas chegam reclamando que todas as amigas têm conta na cantina e elas, coitadas, são as únicas meninas-sem-conta-na-cantina-de-toda-a-escola. G-sus! E quando o lanche volta na lancheira ?


- ‘Ei, porque você não comeu todo o lanche?’, pergunto

 

 


-‘Estava sem fome. Teve aula de culinária antes do recreio, mãe ! ‘


-‘Que legal ! E o que vocês fizeram hoje ? Torta de legumes ? Creme de beterraba? Purê de espinafre ?’, pergunto animada
-‘Eca! Não, mãe! Mousse de marucujá ! Até repeti!’, responde animada
-‘Mousse ?! Sei. Mas, foi feito com soja, leite integral, maracujá in natura … ?’
-‘Eca! Não, mãe! Super fácil: leite condensado, creme de leite e suco de maracujá concentrado…’



Mereço!

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