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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Hopi Hari


Crianças em férias. A saga continua. E lá fomos nós para o HopiHari. Eu, as meninas, o sobrinho delas de 5 anos e a cunhada delas. Sim, as meninas têm 10 anos, mas já são tias de três meninos. De 9 meses, 3 anos e 5 anos de idade. Confesso que não é dos meus passeios prediletos, mas, o que menos importa, nas férias delas, são as minhas preferências, né ? Não vou na montanha russa, muito menos no elevador que despenca lá das alturas. O barco viking já fui, mas, hoje em dia, não curto muito, não. Esses rodopios, balanços, giros, etc, me deixam meio tonta, enjoada. Não posso nem culpar a idade. Nunca fui fã desses brinquedos. Uma das meninas é aventureira radical, como o pai. Vai em todos os que são permitidos. Já a outra é mais cautelosa, como eu.
O dia estava super gostoso e, pasmem, o Hopi Hari com pouca gente e, consequentemente, pouca fila. Chegamos às 10h e saímos às 19:30h. As crianças se divertiram a valer. Deu para ir em todos os brinquedos que elas queriam e para repetir o quanto quiseram.

Nós cinco voltamos acabados, mas a diversão foi garantida. E aí o pequeno perguntou:
- Mãe, que horas fecha o parque ?
- Oito horas.
- Oito e meia ?
- Não. Oito horas.
- Oito e quinze ?
- Não !!!! OITO HORAS !
- Oito sem nada ?
- É. Oito Zero Zero.
- Ah, tá ...
Adoro !

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Bon Bini

Ontem fomos ao Hopi Hari. Em 11 ! Família toda reunida. Foi bem divertido. Ainda, já em São Paulo, deu para beber um vinho quente em uma quermesse pertinho da casa da minha mãe. Ao voltar, surpresa: brigo feio com meu irmão. Que péssimo! Estava tudo bem e, um segundo depois, tudo ruim. Impressionante a força das palavras. Tanto para o bem, quanto para o mal. Fiquei a noite inteira pensando que só pode ser vaidade você saber que a coisa não vai terminar bem e, ainda assim, continuar. Para ter a última palavra. Quanta estupidez! Fico envergonhada só de lembrar. Se ainda houvesse algum motivo nobre para a discussão, se tivéssemos a desculpa de termos bebido, de estarmos alterados. Mas, nem isso... Assumo a culpa por não ter tido a sapiência de parar.

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