Mostrando postagens com marcador carro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador carro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Só comigo

Só comigo. Estava eu, calmamente, esperando o trânsito dar uma brecha para eu poder sair da garagem do escritório do meu cliente. Lá em Diadema city. Uma rua super movimentada...Eu estava bem light, ouvindo uma musiquinha. Sem neuras. De repente, ouço um barulho. Demorei alguns segundos para perceber. O portão automático estava tentando fechar. Eu, pessoalmente, não ligo a mínima para quantas vezes esse portão tem que fazer esse movimento de abrir e fechar. Por mim, poderia ficar em um loop, quantas vezes quisesse. Só pediria que esse portão fizesse isso quando o meu carro não estivesse no meio. Tipo recheio de sanduiche, sabe ? Pois, é. Aconteceu. Comecei a buzinar feito doida e aí o portão retrocedeu. Desci do carro, fui ver o estrago (já está ficando meio constante). Desta vez, no entanto, foi na porta do motorista, mesmo. Daí apareceu o segurança, que, na hora do acontecido, estava conversando na esquina, ao invés de estar no seu posto. Enfim, dei ré para que um carro que estava chegando pudesse entrar na garagem. Só então (sou muito devagarzinha...) percebi o que tinha acontecido. O motorista desse carro apertou o controle remoto para abrir a garagem, sem, antes, olhar para ver se, por um acaso, não haveria algum carro, cuja motorista se chamasse Kátia, no meio do caminho. O portão recebeu o comando e, como já estava aberto, resolveu fechar. No meu carro.
Sabe aquele ditado de estar no lugar errado, na hora errada. Euzinha!

sábado, 20 de setembro de 2008

Sexta-feira típica

Ontem. Sexta-feira. Seis horas da tarde. Eu estava saindo da Imigrantes para pegar o acesso à Av. dos Bandeirantes. Tudo parado. Um super trânsito! Atrás do meu carro, um caminhão gigante. Do lado esquerdo, um carro e na frente, outro caminhão. Do lado direito, um espaço vazio. Não caberia nenhum outro carro ali. Estava distraída, ouvindo música, quando, do nada, surgem quatro adolescentes, do lado do passageiro. Gritando para que eu abrisse o carro. Um deles me mostrou uma arma. Pareceu ser de mentira. Decidi, acho que inconscientemente, não fazer nada. Parada eu estava, parada eu fiquei. Eles gritando do lado de fora e eu olhando. Não gritei, não chorei, não me mexi. Veio um para o meu lado do carro e tentou abrir a porta. Estava trancada. Começou a esmurrar o vidro. Nada aconteceu. Do lado do passageiro, começaram a chutar a lataria do carro. E socar, também. Algum carro buzinou. Saí do torpor em que me encontrava e buzinei também. Os vândalos sairam correndo. Os carros continuaram parados. Eu percebi que estava tremendo. Respirei fundo. Peguei o celular e liguei para o meu marido. Ele ficou assustado. Conversamos um pouco. Fiquei mais calma. Os carros começaram a andar. A alguns metros, um caminhão quebrado. Motivo provável do super trânsito. Mais uma sexta-feira típica paulistana. Ao olhar para o lado direito do carro, vê-se claramente onde eles esmurraram e chutaram. A lataria ficou amassada. Uma sexta-feira para esquecer. E se a arma fosse de verdade ? E se o meu vidro estivesse entreaberto ? E se as meninas estivessem comigo ? E se o vidro se quebrasse ? Melhor esquecer mesmo ...
UPDATE: Meu carro foi consertado. Pelo valor pago, meu marido me disse que teria sido melhor se eu tivesse aberto o vidro e entregado minha bolsa... Ia ficar mais barato... E ainda eu tenho que ouvir isso...

  © Blogger template 'Perfection' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP